ESFO1, 02, e 03

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Brejinho-PE

dia "D" da Saúde de Brejinho-PE 1 ª Edição foi realizado com grande sucesso.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Palestra com Dentista 11/02/2014


               Cuidados que você deve ter com a água na sua casa



Quando não tratada adequadamente, a água é fonte de doenças
A água é fundamental para a vida. Ela é a base do preparo de alimentos e bebidas e essencial para a higiene, porém quando não tratada adequadamente pode causar doenças. Para iniciar os cuidados com a água consumida é importante primeiro saber de onde ela vem.
As principais origens da água utilizada nas casas são: sistemas de abastecimento público, com água tratada; sistema de abastecimento público, sem água tratada; fontes individuais, ou seja, rios, lagos, lagoas, cacimbas, olhos d’água, açudes, igarapés, córregos, poços, cisternas e outros. Sabendo disso alguns cuidados podem ser tomados para evitar maiores problemas.
Os principais cuidados que você deve ter com a água da sua casa são:
- limpar e desinfetar, de 6 em 6 meses, as caixas d’água;
- todo vasilhame utilizado para guardar ou transportar água tem que ser bem limpo e tampado. Deve, também, possuir, quando possível, uma torneira para evitar qualquer contato com a água, que possa sujá-la;
- ferver a água de beber ou tratá-la adequadamente;
- retirar e lavar a vela dos filtros, sempre que observar que o processo de filtração está ocorrendo de forma lenta. Lavar com bastante água corrente, sem usar sabão, detergente ou outros produtos. Não usar escova, palha de aço, açúcar, sal ou outros produtos que desgastem a vela;
- trocar a vela do filtro quando ela se apresentar gasta.
- onde existir rede de esgoto, promover a ligação do domicílio à mesma. Não existindo, utilizar, como alternativa para o destino dos dejetos, a construção de privada higiênica com vaso sanitário, fossa seca ou outros tipos;
- evitar o lançamento de águas servidas diretamente na superfície do solo. O seu destino deve ser dado através de rede de esgotos, galerias de infiltração (campo de absorção, trincheira filtrante, etc), fossa de pedra ou biofiltro e fossas absorventes (sumidouros);
- lavar, diariamente, as instalações sanitárias com produtos desinfetantes.







terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Hepatite A

Palestra realizada na ESF 01 por parte de alguns  integrantes da equipe.

Sintomas de Hepatite A

Geralmente, os sintomas da hepatite A começam entre 2 e 6 semanas após a exposição ao vírus da hepatite A. Eles são geralmente leves, mas podem durar vários meses, especialmente em adultos.
Os sintomas da hepatite A são:
  • Urina escura
  • Fadiga
  • Coceira
  • Perda de apetite
  • Febre baixa
  • Náuseas e vômitos
  • Fezes pálidas ou com cor de argila
  • Pele amarelada (icterícia)
  • Pode-se contrair hepatite A se:
  • Comer ou beber água contaminada por fezes que contenham o vírus da hepatite A (frutas, verduras, frutos do mar, gelo e água são fontes comuns do vírus da hepatite A)
  • Mantiver contato com as fezes ou o sangue de uma pessoa que tenha hepatite A
  • Uma pessoa contaminada não lavar as mãos adequadamente após ir ao banheiro e tocar outros objetos ou alimentos
  • Participar de práticas sexuais que envolvam contato oral-anal
Cerca de 3.600 casos de hepatite A são relatados a cada ano nos Estados Unidos. Como nem todas as pessoas com hepatite A apresentam sintomas, o número de pessoas infectadas é bem maior do que mostram os registros ou diagnósticos.
Os fatores de risco da hepatite A incluem:




  • Viagens internacionais, especialmente para a Ásia, América do Sul ou América Central
  • Uso de drogas injetáveis
  • Morar em uma casa de repouso ou clínica de reabilitação
  • Trabalhar na área da saúde, alimentação ou saneamento básico

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Palestra realizada em 28/01/2014 no PSF 01



















A hanseníase, conhecida oficialmente por este nome desde 1976, é uma das doenças mais antigas na história da medicina. É causada pelo bacilo de Hansen, o Mycobacterium leprae: um parasita que ataca a pele e nervos periféricos, mas pode afetar outros órgãos como o fígado, os testículos e os olhos. Não é, portanto, hereditária.

Com período de incubação que varia entre três e cinco anos, sua primeira manifestação consiste no aparecimento de manchas dormentes, de cor avermelhada ou esbranquiçada, em qualquer região do corpo. Placas, caroços, inchaço, fraqueza muscular e dor nas articulações podem ser outros sintomas.

Com o avanço da doença, o número de manchas ou o tamanho das já existentes aumenta e os nervos ficam comprometidos, podendo causar deformações em regiões, como nariz e dedos, e impedir determinados movimentos, como abrir e fechar as mãos. Além disso, pode permitir que determinados acidentes ocorram em razão da falta de sensibilidade nessas regiões.

O diagnóstico consiste, principalmente, na avaliação clínica: aplicação de testes de sensibilidade, força motora e palpação dos nervos dos braços, pernas e olhos. Exames laboratoriais, como biópsia, podem ser necessários.

Esta doença é capaz de contaminar outras pessoas pelas vias respiratórias, caso o portador não esteja sendo tratado. Entretanto, segundo a Organização Mundial de Saúde, a maioria das pessoas é resistente ao bacilo e não a desenvolve. Aproximadamente 95% dos parasitas são eliminados na primeira dose do tratamento, já sendo incapaz de transmiti-los a outras pessoas. Este dura até aproximadamente um ano e o paciente pode ser completamente curado, desde que siga corretamente os cuidados necessários. Assim, buscar auxílio médico é a melhor forma de evitar a evolução da doença e a contaminação de outras pessoas.

O tratamento e distribuição de remédios são gratuitos e, ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, em face do estigma que esta doença tem, não é necessário o isolamento do paciente. Aliás, a presença de amigos e familiares é fundamental para sua cura.

Durante este tempo, o hanseniano pode desenvolver suas atividades normais, sem restrições. Entretanto, reações adversas ao medicamento podem ocorrer e, nestes casos, é necessário buscar auxílio médico.

Importante saber:

Segundo a OMS, nosso país é líder mundial em prevalência da hanseníase. Em 1991, foi assinado pelo governo brasileiro um termo de compromisso mundial, comprometendo-se a eliminar esta doença até 2010. Entretanto, a cada ano, há mais de quarenta mil novos casos tendo, entre eles, vários indivíduos em situação de deformidade irreversível.

Nos dias 24, 26 e 27 de janeiro são comemorados, respectivamente, o Dia do Hanseniano, o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o Dia Estadual de Combate à Hanseníase.

“Lepra”, designação antiga desta doença, era o nome dado a doenças da pele em geral, como psoríase, eczema e a própria hanseníase. Devido ao estigma dado a esta denominação e também ao fato de que hoje, com o avanço da medicina, há nomes apropriados para cada uma destas dermatoses, este termo deixou de ser utilizado (ou, pelo menos, deveria ter sido).

A importância das Visitas Domiciliar (22/01/2014)


A visita domiciliar é instrumento de fundamental importância para se promover a saúde da comunidade que utiliza os serviços de saúde do Programa Saúde da Família, que normalmente é a primeira escolha do indivíduo quando vai à procura de atendimento a saúde. É por meio dessas visitas que se torna possível identificar os principais desvios de saúde ou as más condições de vida e habitação que podem desencadear doenças e agravos. 




quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Diabetes

O Diabetes é uma doença de causa múltipla que ocorre quando há falta de insulina ou ela não atua de forma eficaz, causando um aumento da taxa de GLICOSE no sangue (HIPERGLICEMIA). A insulina é produzida pelo pâncreas e é essencial para que nosso corpo funcione bem e possa utilizar glicose (açúcar) como principal fonte de energia.

Tipos Mais Frequentes de Diabetes

Tipo1 - Diabetes Mellitus insulinodependente
Geralmente ocorre em crianças, jovens e adultos jovens e necessita de insulina para o seu controle.

Tipo 2 - Diabetes Mellitus insulinodependente
Diabetes Gestacional
É o tipo que aparece na gravidez, sobretudo se a mulher: tem mais de 30 anos, tem parentes próximos com Diabetes, já teve filhos pesando mais de 4 Kg ao nascer, já teve abortos ou natimortos, é obesa ou aumentou muito de peso durante a gestação.

Como se Manifesta
Sobretudo no Diabetes tipo I e no tipo II descontrolado: Tem muita fome (Polifagia)
No Diabetes tipo I ou tipo II descontrolado: perda de peso
No Diabetes tipo II: ganha peso, Urina muito (Poliúria), urina doce, desânimo, fraqueza, cansaço físico

Estes sintomas são os mais freqüentes e eles não aparecem isolados. No Diabetes tipo I eles surgem de maneira rápida e no Diabetes tipo II eles podem estar ausentes ou aparecem de forma lenta e gradual:
  • Tem muita sede (Polidipsia)
  • Lesões de difícil cicatrização principalmente nas pernas ou nos pés
  • Infecções freqüentes (pele, urina e órgãos genitais)
  • Alterações visuais
Sistema de Vigilância Epidemiológica das Doenças Crônicas não Transmissíveis
Diabetes Mellitus como doença traçadora para um sistema de vigilância epidemiológica para doenças crônicas não transmissíveis:

1 - Atinge todas as faixas etárias, inclusive a mulher grávida, sem distinção de sexo, raça e condições sócio-econômicas.
2 - Trata-se de uma doença de alta prevalência, que Requer vários procedimentos para o seu controle. Quando bem controlada evita complicações agudas e crônicas. Para seu controle é necessário o trabalho de equipe multidisciplinar.
3 - Existem meios cientificamente comprovados para prevenir a doença (diabetes mellitus tipo 2) e suas complicações agudas e crônicas.
4 - Está associada a várias outras doenças crônicas não transmissíveis (hipertensão arterial, doença coronariana e cerebrovascular, dislipidemias, neuropatias periféricas e autonômicas, lesões renais, levando até a insuficiência renal crônica terminal, retinopatia diabética.
5 - A sobrevida tem aumentado significativamente o que favorece o surgimento das complicações crônicas com custos econômicos e sociais elevados.
6 - Nas próximas duas décadas, os novos casos de diabetes vão crescer 54% no mundo, segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS). Em 2030, haverá cerca 438 milhões de diabéticos no planeta. Na América Central e do Sul, o crescimento será ainda mais acentuado (65%). Isso significa que quase 30 milhões de pessoas terão a doença na região.
7 - A diabetes mellitus é uma doença crônica e sua ênfase médica deve ser necessariamente em evitar/administrar problemas possivelmente relacionados à diabetes, a longo ou curto prazo. Possui tratamento e acompanhamento clínico definidos.

Diante destes fatos o Diabetes Mellitus representa uma nosologia que para preenche os requisitos necessários para funcionar como um modelo na área das doenças crônicas não transmissíveis.

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