ESFO1, 02, e 03

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Brejinho-PE

dia "D" da Saúde de Brejinho-PE 1 ª Edição foi realizado com grande sucesso.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Alcoolismo

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O alcoolismo, também conhecido como "síndrome da dependência do álcool", é uma doença caracterizada pelos seguintes elementos:

Compulsão: uma necessidade forte ou desejo incontrolável de beber;
Perda de controle: a inabilidade freqüente de parar de beber, uma vez que a pessoa já começou;
Dependência física: a ocorrência de sintomas de abstinência, como náusea, suor, tremores e ansiedade, quando se pára de beber após um período bebendo muito. Tais sintomas são aliviados bebendo álcool ou tomando outra droga sedativa;
Tolerância: a necessidade de aumentar a quantia de álcool para sentir-se "alto".

Atenção: Nem todos estes problemas precisam ocorrer juntos.

O alcoolismo tem pouco a ver com o tipo de álcool que uma pessoa bebe, há quanto tempo a pessoa bebe, ou até mesmo exatamente quanto álcool bebe. Porém, tem muito a ver com a necessidade incontrolável de ingerir álcool. Esta descrição do alcoolismo nos ajuda a entender porque a maioria dos dependentes de álcool não consegue se valer só de "força de vontade" para parar de beber. Estas pessoas estão sob a forte compulsão do álcool, uma necessidade que se mostra tão forte quanto a sede ou a fome.

Tratamento
Reconhecer que se precisa de ajuda para um problema com álcool talvez não seja fácil. Porém, tenha em mente que, o quanto antes vier a ajuda, melhores serão as chances de uma recuperação bem sucedida.

A natureza do tratamento depende da gravidade do alcoolismo do indivíduo e dos recursos disponíveis na comunidade. O tratamento pode incluir a desintoxicação (o processo de retirar o álcool do sistema de uma pessoa com segurança); tomar medicamentos receitados pelo médico para ajudar a evitar o retorno à bebida, uma vez que já parou; e aconselhamento individual e/ou em grupo. Há tipos de aconselhamentos promissores que ensinam a recuperar dependentes de álcool e a identificar situações e sentimentos que levam à necessidade de beber e de descobrir novas maneiras de lidar com a ausência do álcool. Quaisquer destes tratamentos podem ocorrer tanto em um hospital, como em sua própria residência ou ainda ambulatorial (o paciente fica em sua casa e vai às consultas, até todos os dias).

Como o envolvimento com a família é importante para a recuperação, muitos programas oferecem aconselhamento conjugal e terapia familiar como parte do processo de tratamento. Alguns programas podem oferecer para o dependente recursos vitais da comunidade como a assistência legal, treinamento de trabalho, creche e aulas para pais.

Alcóolicos Anônimos
Quase todos os programas de tratamento do alcoolismo também incluem encontros de Alcóolicos Anônimos (AA), cuja descrição é "uma comunidade mundial de homens e mulheres que se ajudam a ficarem sóbrios". Enquanto o AA é geralmente reconhecido como um programa eficiente de auto-ajuda para recuperar dependentes de álcool, nem todas as pessoas respondem positivamente ao estilo e mensagens do AA, e outras abordagens podem estar disponíveis. Até mesmo, os que vêm conseguindo ajuda pelo AA geralmente descobrem que a recuperação funciona melhor com outros tratamentos juntos, inclusive aconselhamento e tratamento médico. Os interessados podem entrar em contato com os Alcóolicos Anônimos na Bahia e no Brasil pelos endereços: www.aabahia.org.br, www.aabr.com.br, através do e-mail aabahia@aabahia.org.br , ou ligar para os telefones (71) 3322-2963 / 7797. Plantão 24 horas: (011) 3315-9333

CAPSad E CETAD
Na Bahia, os municípios de Salvador, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas, Juazeiro, Jequié, Jacobina, Itabuna, Feira de Santana e Eunápolis dispõem de Centros de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPSAD), um serviço comunitário ambulatorial que toma para si a responsabilidade de cuidar de pessoas que sofrem de dependência do álcool e outras substâncias, além de tratar de pessoas com transtornos mentais, em especial os transtornos severos e persistentes.

Hanseníase Brejinho-PE

A Hanseníase é uma doença infecciosa que atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo. Pode variar de 2 a até mais de 10 anos. A hanseníase pode causar deformidades físicas, que podem ser evitadas com o diagnóstico no início da doença e o tratamento imediato.

Sinais e Sintomas
  • Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo com perda ou alteração de sensibilidade.
  • Área de pele seca e com falta de suor.
  • Área da pele com queda de pêlos, especialmente nas sobrancelhas.
  • Área da pele com perda ou ausência de sensibilidade.
  • Sensação de formigamento (Parestesias) ou diminuição da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato. A pessoa se queima ou machuca sem perceber.
  • Dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas, inchaço de mãos e pés.
  • Diminuição da força dos músculos das mãos, pés e face devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos.
  • Úlceras de pernas e pés.
  • Nódulo (caroços) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.
  • Febre, edemas e dor nas juntas.
  • Entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz.
  • Ressecamento nos olhos.
  • Mal estar geral, emagrecimento.
Locais com maior predisposição para o surgimento das manchas: mãos, pés, face, costas, nádegas e pernas.
Importante: Em alguns casos, a hanseníase pode ocorrer sem manchas.

Transmissão
A transmissão se dá por meio de uma pessoa doente que apresenta a forma infectante da doença (multibacilar - MB) e que, estando sem tratamento, elimina o bacilo por meio das vias respiratórias (secreções nasais, tosses, espirros), podendo assim infectar outras pessoas suscetíveis.

O bacilo de Hansen tem capacidade de infectar grande número de pessoas, mas poucas pessoas adoecem, porque a maioria apresenta capacidade de defesa do organismo contra o bacilo.

A hanseniase não transmite por:
  • Meio de copos, pratos, talheres, portanto não há necessidade de separar utensílios domésticos da pessoa com hanseniase.
  • Assentos, como cadeiras, bancos.
  • Apertos de mão, abraço, beijo e contatos rápidos em transporte coletivos ou serviços de saude.
  • Picada de inseto.
  • Relação sexual.
  • Aleitamento materno.
  • Doação de sangue.
  • Herança genética ou congênita (gravidez).
Importante!
Assim que a pessoa começa o tratamento deixa de transmitir a doença. A pessoa com hanseníase não precisa ser afastada do trabalho, nem do convívio familiar.

Período de incubação
Em média de 2 a 5 anos.

Período de transmissibilidade
Enquanto a pessoa não for tratada.
Diagnóstico
O diagnóstico da hanseníase é basicamente clínico, baseado nos sinais e sintomas detectados no exame de toda a pele, olhos, palpação dos nervos, avaliação da sensibilidade superficial e da força muscular dos membros superiores e inferiores. Em raros casos será necessário solicitar exames complementares para confirmação diagnóstica.

Tratamento
O tratamento é ambulatorial, com doses mensais supervisionadas administradas na unidade de saúde e doses auto-administradas no domicílio.

Os medicamentos utilizados consistem na associação de antibióticos, denominados poliquimioterapia (PQT), que são adotados conforme a classificação operacional, sendo:
  • Paucibacilares: rifampicina, dapsona - 6 doses em até 9 meses;
  • Multibacilares: rifampicina, dapsona e clofazimina – 12 doses em até 18 meses.
Prevenção
Apesar de não haver uma forma de prevenção especifica, existem medidas que podem evitar as incapacidades e as formas multibacilares, tais como:
  • Diagnóstico precoce.
  • Exame dos contatos intradomiciliares (pessoas que residem ou residiram nos últimos cinco anos com o paciente).
  • Aplicação da BCG (ver item vacinação).
  • Uso de técnicas de prevenção de incapacidades.
Controle
O controle da hanseníase é baseado no diagnóstico precoce de casos, seu tratamento e cura, visando eliminar fontes de infecção e evitar seqüelas. A detecção de casos novos de hanseníase em menores de 15 anos foi adotada como principal indicador de monitoramento da endemia, com meta de redução estabelecida em 10%, até 2011 e está inserida no Programa Mais Saúde: Direitos de Todos (2008-2011) / Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O Programa Nacional de Controle da Hanseníase (PNCH) estabeleceu diretrizes operacionais para a execução de diferentes ações, articuladas e integradas, que pudessem em todas as frentes de trabalho propiciar às pessoas que adoecem sejam atendidas nas suas necessidades e direitos. Sem perder de vista o desafio da horizontalização e da descentralização, organizou-se as ações do PNCH, a partir de cinco componentes/áreas: vigilância epidemiológica; gestão; atenção integral; comunicação e educação e pesquisa.

Fonte: Ministério da Saúde

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Ação de Combate ao Diabetes Mellitus. Comemorado no PSF II Serraria


A importância de verificar periodicamente a glicemia foi o objetivo da campanha de combate ao diabetes realizada pela equipe do PSF 02 , realizado nesse dia 25 de novembro. A ação contou com a participação de todos os integrantes da equipe.
O diabetes mellitus é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal da glicose no sangue decorrente da falta de insulina e da incapacidade da insulina de exercer adequadamente seus efeitos. O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas e tem graves conseqüências tanto quando surge rapidamente como se instala lentamente.
Para evitar a doença, é preciso investir em uma alimentação balanceada, com pouca gordura e açúcar, e praticar atividade física. Quem é portador do diabetes também deve investir na combinação, que ajuda a diminuir os efeitos e pode até normalizar a glicose no sangue, no caso de diabetes tipo 2.












quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Dia Mundial de Combate ao Diabetes

A secretaria Municipal de Saúde de Brejinho-PE realizou através das Unidades de Saúde do município diversas atividades durante a semana de 11/11 a 14/11/2013, entre elas palestras e teste de Glicemia capilar.


 

Câncer de Próstata SMS Brejinho-PE " Prevenir éo melhor remédio



A prefeitura Municipal de Brejinho-PE , através da Secretaria Municipal de Saúde –SMS,esta promovendo diversos atendimentos voltados para a saúde do homem , que já vem sendo desenvolvidas desde o mês de setembro mês qual teve a abertura do programa . As atividades desenvolvidas neste mês de novembro  fazem parte  da campanha Novembro Azul, que incentiva a prevenção do câncer de próstata a partir de exames preventivos, a exemplo do PSA e o Toque Retal.

Campanha Novembro Azul






















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